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Clínica Gastros promove o #barigastros no combate a obesidade dos piauienses

Clínica Gastros promove o #barigastros no combate a obesidade dos piauienses

 

 

 

O Dia Mundial de Combate a Obesidade, comemorado no último dia 11 de outubro, serve como alerta e de prevenção para a doença. Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, sobre a vigilância de Fatores de Risco e Proteção para doenças Crônicas, revelou que 51,6% da população em Teresina estão com sobrepeso ou obesos. Os índices foram maiores entre os jovens.

 

 

De acordo com o gastroenterologista Lucídio Leitão, da Clínica Gastros, a obesidade exige respeito e seriedade, pois todos precisam cuidar corretamente da sua alimentação que, atualmente, está rica em carboidratos.

 

Para orientar a população, Lucídio Leitão acompanhado por uma equipe multiciplinar promoveram o #barigastros, um evento aberto ao público no último dia 11 no Shopping Rio Poty, na zona Norte de Teresina. Além de participarem de uma palestra, o público pode fazer avaliação física com bioimpedância, aferição de pressão, cálculo do IMC, recebeu orientação sobre obesidade e sobrepeso, incluindo o procedimento da cirurgia bariátrica.

 

Maura Leitão e Lucídio Leitão com o Sylvio Collona Romano clicados durante o evento #barigastros no Shopping Rio Poty

 

 

“Nós fizemos esse alerta para esclarecer a sociedade quais são as maneiras de prevenir e tratar a obesidade. Do país, o Piauí está em 8º lugar em termo de obesidade com cerca de 52% da população com sobrepeso ou são obesos. É muita gente, uma epidemia mundial. É importante alertar para a prevenção como a mudança de hábitos, carregado de uma alimentação rica em carboidratos e de comida fácil e rápida”, comentou Lucídio Leitão.

 

No evento, o cirurgião bariátrico, Aderson Aragão, ressaltou que a obesidade precisa ser amplamente debatida, pois o país vive uma verdadeira epidemia já que 60% da população brasileira está obesa. Com relação aos dados de Teresina, Aderson destacou que dos 52% dos obesos, 20% precisam de intervenção cirúrgica. Ele relata ainda que devido o sobrepeso as pessoas acabam desencadeando outras doenças.

 

“A obesidade é mórbida porque traz com ela outras doenças. O paciente obeso começa a ficar hipertenso, com diabetes, problema nas articulações, apneia obstrutiva do sono, podendo desenvolver câncer. A obesidade deve ser tratada com respeito. O obeso nem é coitadinho nem é o vilão, muitas vezes a pessoa tenta muitas vezes perder peso com dietas e exercícios, mas não conseguem. A obesidade é multifatorial e precisa de uma assistência multidisciplinar”, declarou o cirurgião. 

 

Aderson Aragão relata que a obesidade é “uma doença crônica que mesmo depois da cirurgia precisa ser acompanhada por profissionais qualificados para manter o bom resultado”. Dentre o acompanhamento, o cirurgião destaca o acompanhamento nutricional e psicológico.

 

Cirurgião Bariátrico, Dr. Aderson Aragão com pacientes que fizeram a cirurgia bariátrica

 

Acompanhamento

 

A nutricionista Volia Evangelista alerta que a alimentação é fator essencial tanto na prevenção como no tratamento da obesidade.  Ela explica que na prevenção a orientação é de uma alimentação equilibrada, balanceada, menos calórica. Isso faz com que a pessoa fica com o peso mais adequado.

 

“Já se tratando da obesidade, a gente prefere iniciar com tratamento clinico onde o paciente passa a fazer mais exercícios físicos com reeducação alimentar, mas se isso não acontece, e o paciente chegar a uma obesidade mais agravada, indicamos a bariátrica. Para a cirurgia, há também o cuidado com a alimentação, pois não adianta apenas fazer a cirurgia sem mudar a alimentação posteriormente”, conta a nutricionista, alertando que o paciente não possui uma alimentação equilibrada após o procedimento a tendência é dele reganhar o peso perdido.

Nutricionistas, Volia Evangelista e Larissa Waléria

Nutricionistas, Volia Evangelista e Larissa Waléria (Foto:Roberta Rocha)

 

Outro importante detalhe é a questão do acompanhamento psicológico, “trabalhar a mente”, como ressalta a psicóloga Juliana Loureiro, citando as avaliações psicológicas necessárias, por exemplo, antes e depois do procedimento cirúrgico.

 

“Os pacientes falam da ‘mente gorda’. Não adianta fazer só a cirurgia é preciso transformar a mente, ser mais saudável, ‘uma mente magra’. Então, é preciso ser trabalhada a questão da ansiedade, a depressão, a compulsão. A avaliação antes da cirurgia avalia, por exemplo, se o paciente pode passar por aquela cirurgia naquele momento. E, se ele não puder, vamos trabalhar esse transtorno”, esclarece Juliana.

 

Com todo o apoio de uma equipe multidiciplinar, a aposentada Isaura Muniz Moura Leal, de 64 anos, afirmou ao Cidadeverde.com que "fez a cirurgia bariátrica sem receio"; afinal, "era para o bem da sua saúde", comenta sorrindo. Ela precisou passar pelo procedimento, pois o sobrepeso estava gerando outros problemas como, por exemplo, de artrose. "Fui e fiz e segui tudo direitinho, exames, pos-operatório, alimentação. Estou bem agora", finalizou.

 

O #barigastros ofereceu exame de bioimpedância gratuito para a população

 

 

 

 

 

 

 

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